Missão e História

Missão da Instituição

Proporcionar às crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, oportunidade de convívio social no qual possam desenvolver de maneira adequada suas potencialidades, desenvolvendo por meio do trabalho educativo a garantia dos seus direitos seguindo os princípios do ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), visando a efetivação dos direitos referentes à vida (saúde, alimentação,  educação,  esporte, lazer e  cultura) e superando os riscos de se vincularem ao mundo da marginalidade.

Público Alvo

Crianças e adolescentes entre 6 a 14 anos que moram em bairros nos quais se apresentam condições sócio-econômicas e culturais desfavoráveis ao seu desenvolvimento, que se encontram em situação de vulnerabilidade social.

História

É uma ONG- Organização não Governamental, fundada no dia 10 de março de 2001, a partir de um trabalho realizado por um grupo de voluntários, que faziam um trabalho pela APAC (Associação de Proteção e Assistência Carcerária) com crianças e adolescentes, que viviam em risco de criminalidade por residirem no Bairro Vila Bandeirantes da cidade de Birigui, muito pobre e palco de homicídios e tráficos de entorpecentes.  Concomitantemente com o crescimento da cidade, os bairros periféricos cresceram e com isso a entidade aumentou sua área de atendimento para outros bairros com as mesmas características, principalmente após a mudança para o prédio atual.  Atualmente, o IPIS está localizado no bairro Quemil, e este é o grande diferencial de nossa instituição, pois é a única localizada na periferia,  atendendo crianças e adolescentes e suas famílias, a grande maioria apresentam condições sócio-econômicas e culturais desfavoráveis ao seu desenvolvimento, ou seja, encontram-se em situação de vulnerabilidade social. Em função da especificidade desse meio em que a criança está inserida, sua vulnerabilidade se torna maior. As crianças acabam exercendo atividades laborais como guardadores de carro, vendedores de doces e outros. Além de terem participação em atividades ilícitas, como o tráfico de drogas, por exemplo. Essas crianças nascem e crescem vendo e vivenciando os mais diversos tipos de violência (física, verbal e psicológica), restringindo a forma de expressão dos seus afetos quase que, exclusivamente, através da própria violência. Daí a importância de projetos sócio-educativos que visam a prevenção da marginalidade, da violência, da drogadição de crianças e adolescentes.